Um pais sem semáforos

Os guardas em Dili fazem a vez dos semáforos, posicionados nas esquinas de maior fluxo e no centro da cidade.

No trânsito, tem uma grande circulação de bicicletas e motos. Há um contraste existente entre os carros da ONU, e outros órgãos governamentais e empresas, com ar condicionado, os quais são geralmente pick-up, com os dos moradores, carros antigos e simples.

Interessante em Dili é que os taxis quando vêem prováveis clientes, buzinam e até param, aguardando uma resposta. Como andei muito a pé pela cidade imaginem quantas buzinadas foram dirigidas para mim.

O transporte coletivo é feito através dos microlets, que fazem percursos pela cidade e vilas mais distantes da ilha que levam em torno de quatro horas de viajem. Não realizei nenhuma viajem, mas dizeram que é pitoresco quando o destino são as partes mais distantes da ilha, pois são bagagens, e também alguns animais que embarcam.

Aida Silva Pinto Baptista, policial bonita e simpática, trabalha em Dili. Apesar de ter nome português, pertence à geração da colonização indonésia. Portanto, como a maioria das pessoas de sua faixa etária, que foi alfabetizada, fala inglês, indonésio e tétum.
Os micro-ônibus, transporte coletivo da cidade que na hora do rush estão sempre cheios.
Há também improvisos no transporte
Motorista fazendo manutenção no veículo que faz o trajeto de Dili até Same, uma das 13 vilas da ilha.
Um bagageiro diferente para peixes
Região movimentada da cidade localizada perto dos antigos QG's das forças militares de diversos paises.

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