Um pais sem semáforos
Os guardas
em Dili fazem a vez dos semáforos, posicionados nas esquinas de maior
fluxo e no centro da cidade.
No trânsito, tem uma grande circulação de bicicletas e
motos. Há um contraste existente entre os carros da ONU, e outros órgãos
governamentais e empresas, com ar condicionado, os quais são geralmente
pick-up, com os dos moradores, carros antigos e simples.
Interessante em Dili é que os taxis quando vêem prováveis clientes, buzinam e até param, aguardando uma resposta. Como andei muito a pé pela cidade imaginem quantas buzinadas foram dirigidas para mim.
O transporte
coletivo é feito através dos microlets, que fazem percursos
pela cidade e vilas mais distantes da ilha que levam em torno de quatro horas
de viajem. Não realizei nenhuma viajem, mas dizeram que é pitoresco
quando o destino são as partes mais distantes da ilha, pois são
bagagens, e também alguns animais que embarcam.







