Resistência de um povo

Um país que sofreu várias invasões: portugueses, 1511; japoneses, 1941; indonésios, em 1975; e, em 2002, finalmente a liberdade. O povo resistiu a todo este processo que chegou a dizimar 1/3 da população (cerca de 200.000) nos vinte anos de domínio indonésio.

Hoje, existem por volta de 30 dialetos falados na ilha e o predominante é o Tétum. O povo ainda se mostra receptivo, pelo menos aos brasileiros e africanos.

Ao passar próximo dos quartéis de Dili, observei essas pessoas reunidas. Descobrir alguém que falasse o português foi difícil. Entre os mais velhos é mais fácil. Mas a receptividade do pessoal foi ótima e todos se animaram para participar de uma sessão de fotos.

A Falantil, com sua experiência guerrilheira, é uma reserva natural paras a guarda oficial do país.

Na resistência, houve participação de mulheres no comando
Topografia: heróis da resistência ficavam nas montanhas preservando o direito de ser livre no seu pais
Crianças e jovens se integram na história para repensar o novo Timor. As resistências serão em outras esferas.
Expressões, alegria, curiosidade. O futuro do Timor está nas mãos das crianças. A democracia é encarada como o grande trunfo.
Sr. Izac S. Rosário, o terceiro da esquerda para direita, secretário da Falintil, foi quem me recebeu. Disse que já havia concedido entrevista para jornalistas franceses, japoneses e de outros paises.

Audiência com Xanana

As Crianças

O Festival

Os Ambulantes

A Resistência

O Trânsito

Um pouco da cultura

Reconstruindo o pais

O povo

Pinceladas na história

A vila Suai