Visita
ao Farol (Povo)
Fotos e textos de Jader Nicolau Jr. - edição
Luiz Gonzaga Neto
Vinte e dois de maio de
2002. Timor Leste já é um país independente. Imbuído
deste espírito de liberdade, saí para passear e fui até
o farol, sinal para viajantes em busca de um porto seguro.
Este passeio trouxe fatos
inesquecíveis. As pessoas que encontrei no caminho estavam saboreando
a natureza exuberante, com a tranqüilidade daqueles que conhecem sua
paz.
Elas foram muito gentis.
Com muita naturalidade, se dispuseram a posar para fotos, tornando os momentos
muito agradáveis. Alguns traços do povo podem ser observados
nas imagens.
"Ei,
moço tire uma foto minha". Os rapazes não falavam português,
mas assinalaram que gostariam de uma foto. A moça expressou o mesmo desejo
em português.
Calçada
que fica cerca de duas quadras distante do Palácio do governo. Observam-se
o cais do porto e o farol na extremidade da foto.
A
moça-mãe estava na praia com as crianças saboreando um
lanche. O seu marido trabalha em uma empresa como segurança.
O
sol já havia se posto. A lua assinalava seu ponto para o farol
Esta
família se reuniu com muita alegria. Comiam frango, bebiam cerveja e
diziam que adoravam brasileiros. Os africanos são vistos como irmãos.
O garoto dizia: "ele é descendente de indonésios com timorenses".
Outro
ângulo do farol, marcando o extremo leste da ilha e suas montanhas.
Elas
e eles saboream Bakso, comida de influência indonésia. Legumes,
macarrão e um bolinho, com um caldo. Parece o yakisoba, prato japonês..
Um
pôr-de-sol maravilhoso e pessoas simples curtindo a liberdade de seu país
À
esquerda, dna. Esperança Duarte, viúva, mãe de 9 filhos,
timorense que casou aos 15 anos com um militar português. Ao seu lado,
dna. Etelvina, mãe de 7 filhos, cerca de 30 netos e vários bisnetos.
As senhoras servem refeições em sua casa. Lá fiquei alojado
durante dois dias muito agradáveis.