Alguns ambulantes de Dili
Fotos e textos de Jader Nicolau Jr. - edição Luiz Gonzaga Neto

Algumas coisas importantes estão em processo de mudança na capital timorense. Muitos estrangeiros, integrantes das tropas da ONU, estão deixando o país, em plena transição para o controle dos civis. Mas o apoio internacional continua:o país recebeu grande número de pessoas para a posse do Presidente Xanana Gusmão. Tanto que inflacionou o preço de diversos produtos artesanais e serviços na cidade. No Timor, a moeda é o dólar americano, ou seja, nada barato para nós, brasileiros.

Vendedores de artesanato, de mexerica, peixes, costumam pendurar suas mercadorias em varas e sair andando pelas ruas da cidade.
Enquanto não aparecem frequeses, para cigarros e bebidas, vendedores saboreiam mexericas, perto dos escritórios da ONU
Em que língua está escrito este jornal? Se você pensou, que é em português, errou longe. Existem dois jornais editados em Dili, ambos em tétum.
Comerciantes de tais, tecido feito artesanalmente, no centro de Dili, ao lado do Palácio do Governo
Vendedor de bebidas em frente ao Palácio do Governo
Na frente de sua casa, moradora expõe produtos agrícolas..
Bakso, a comida típica, é vendido em carrinhos adaptados para preparar o quitute indonésio. Ingredientes: legumes, macarrão, bolinho e molho.Parece com yakisoba, comida japonesa.
Vendedores de mexerica. Quanto custa? "Só" US$ 1,00 o pacotinho com 5 unidades.
Colar de mutissalas (corais), tradicional do Timor, no pescoço desta mulher. Como é feito de material ameaçado, sua comercialização é proibida na Austrália.

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