Muita gente passou pelo Quilombo Milton Santos e Lélia Gonçalves, artistas plásticos, autoridades, políticos, representantes de ONGs, ativistas do movimento negro. A abertura do Quilombo ficou a cargo das yalorixás e durante os dias de atividade do Fórum, após o seu término ou nos intervalos do almoço, havia manifestações musicais, culturais, reencontros, negociações...
Yarolixás fazem ritual para abertura oficial do quilombo
Lavanda no público para bons fluidos.
Mestre de capoeira do sul inventa instrumento, que tem dois arcos, duas cabaças, e instrumento de sopro. Ele ainda não deu nome para o instrumento
Grupo de dança Raízes da África, sob orientação do professor Toni, se apresenta, acompanhados de música ao vivo, com banda do cantor Lupper, que apresentou-se depois.
Grupos musicais de Campinas-SP, se juntaram para fazer um som que mistura tambores de maracatú
Integrantes do movimento negro na abertura do quilombo.
O Hip Hop, também animou o pedaço.
Público variado invade o quilombo também para se divertitir
Maria José, única assessora negra, do governo municipal de Porto Alegre, admira trabalhos de Ney.
Na rádio social mundial, um espaço para falar do quilombo. Tom, de pé à esquerda, radialista e devoto do HIP HOP.
Artístas que expõe no espaço de Quilombos, recebem Maria José, de Piracicaba
Da direita para esquerda, Sinval, advogado do Instituto Padre Batista de São Paulo, Maria José, Piracicaba, vereador de Santa Maria-RS, Elzinha, vereadora de Ribeirão Pires - SP, tio do vereador de Santa Maria.
A tonalidade da pele deste senhor chamou atenção dos fotógrafos.
Crianças e professora fizeram apresentação cultural .
Mulheres ativistas do processo de igualdade racial.
Banners e faixas afixados para marcar presença no Fórum.
O samba também teve espaço no Quilombo, com o grupo musical ganhador do festival de música de Porto Alegre.
Marisa Mateus dos Santos, estudante de Biologia (graduação), em São Paulo, já pensa em ser pesquisadora das causas da anêmia falciforme.
Tambores vindo de Campinas-SP, Orchestra de tambores do Grupo Tainã, tocando maracatu. Muita gente acompanhando o ritmo, com as bailarinas rodopiando com suas saias, dando um bonito visual ao ritmo
Perna, percussionista
Ogãs e Pai de Santo na comunicação com o público
Da esquerda para a direita, Sonia, de Porto Alegre, Dra. Abigail, juiza em Brasília, profa. Terezinha Juraci, de Porto Alegre, da Universidade de Córdoba - Argentina.
Estudantes universitárias, Michele , à esquerda e Thais, voluntárias,da PUC-RS, para o FSM 2003. esquerda
Xequeré, instrumento percurssivo, possibilitando efeitos sonoros.
Entidades representadas na foto, Roberto, Centro Cultural, Francisco Solano Trindade, de São Bernardo do Campo- SP, Penha, Negra Sim Mulheres Negras, de Santo André-SP, Maura e Sinval, Instituto do Negro Padre Batista, Elzinha, vereadora de Ribeirão Pires e do Movimento 20
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